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NEWSLETTER #18 2016
20 JULHO 2016 
fotografia: Rui Vieira
ORELHA NEGRA
PARTE DE MIM - NOVO SINGLE E VÍDEO
NO SUPER BOCK SUPER ROCK, A BANDA TOCOU TEMAS NOVOS E GRANDES SUCESSOS PERANTE UM MEO ARENA ESGOTADO
Depois de A Sombra, single lançado em maio deste ano, surge agora Parte de Mim, o segundo single de Orelha Negra, que antecipa o lançamento do terceiro álbum de originais da banda.

O vídeo, protagonizado por Boss AC e Ace de Mind da Gap, foi realizado e produzido por Richard F. Coelho, em conjunto com Urshi Cardoso. Através da lente de Richard F. Coelho, os Orelha Negra apresentam um vídeo carregado por uma mística urbana e noturna captada por Leandro Ferrão - diretor de fotografia.

Parte de Mim foi lançado na véspera do concerto de Orelha Negra no Super Bock Super Rock no passado dia 16 de julho. O quinteto foi responsável pelo concerto de abertura do palco Super Bock no MEO Arena e apresentou um alinhamento que integra novos temas e os grandes sucessos que têm marcado o seu percurso.


[ PARTE DE MIM ]
VER VIDEO


FICHA TÉCNICA


Orelha Negra - Parte de mim
DJ Cruzfader
Francisco Rebelo
João Gomes
Samuel Mira
Fred


Produzido por Orelha Negra
Gravado em 2016 na Meifumado, Ia e Nascer do Som.
Misturado e Masterizado por Zé Nando Pimenta


Video
Realizador
Richard F. Coelho

Director de Fotografia
Leandro Ferrão

Assistente de Imagem
Selma Lopes

Electricista
Fábio Alas

Produção
Richard F. Coelho
Urshi Cardoso

Maquilhagem
Sónia Pessoa

Actores
Ace @ Mind da Gap
Boss AC

Motards
David da Silva
João Paiva
Vic Shwantz
Bruno Chagas

Edição
Richard F. Coelho
Correcção de Cor
David Tutti dos Reis

Pós Produção
Richard F. Coelho
David Tutti dos Reis

Agradecimentos
Fred Mancellos @ Todos Creative Hub
Fred Miranda @ Todos Creative Hub
Rodrigo Delgado @ Gripman
João Sacadura @ Trix
Sandra Tomé @ Planar
Nuno Lobo @ Box Produções
Rui Miranda @ Trix
Diogo Simões @ Trix
Ernesto “Néné” Bacalhau
Pedro Nóbrega
Carlos “Fofi” Cipriano
Frederico Ferreira
Nuno Gouveia
Patricia Tavares
Ace @ Mind da Gap
Boss AC
Diogo Miguel @ Thumb Media
... e a toda a equipa técnica pela dedicação.

DESTAQUES DO CONCERTO DO SBSR 2016


fotografia: Rui Vieira



Perante uma sala esgotada e rendida à inovação trazida por Orelha Negra, o concerto foi referido pela crítica como um dos momentos altos do festival:

(...) Os Orelha Negra entram em palco quando faltam 10 minutos para as 21 horas, mas não levantam a cortina. Por trás de um véu diáfano e com um inteligente jogo de luzes veem-se as silhuetas de Samuel Mira, Fred Ferreira, Dj Cruzfader, Francisco Rebelo e João Gomes. E no sistema de som, soam grooves com poder suficiente para deter o tempo e prender-nos a todos num loop de uma perfeita repetição. O concerto ainda mal começou e a Meo Arena já tem mais gente do que a que compareceu ontem para Massive Attack... Começou a festa!(...) // in BLITZ


(...) “Os Orelha Negra abriram o palco principal neste último dia de SBSR. Com o novo álbum bem fresquinho para ser mostrado ao muito público, o hip-hop contagiante e de alegria transbordante não deixou ninguém indiferente e muito menos parado ao longo do concerto no Meo Arena. Estes portugueses irreverentes sabem bem como aquecer a plateia e conseguiram mantê-la assim até ao fim.”(...) // in CANELA E HORTELÃ


(...)“Os portugueses Orelha Negra mostraram no MEO Arena, para quem tem andado distraído, que são uns verdadeiros mestres da arte do ritmo. Ainda sem novo disco editado, o grupo mostrou um elevado nível para os milhares de fãs do grupo.”(...) // in CORREIO DA MANHÃ


(...) Primeiro os portugueses Orelha Negra, exímios no scratching, sampling e demais técnicas de manipulação de ritmos e sons, num concerto que aqueceu a multidão jovem, muito jovem, para a noite escaldante que ainda estava para vir.(...) // in DESTAK


(...) “Obrigatório destacar o bom concerto dos Orelha Negra a caminho do terceiro disco e com um desfile pedagógico de ritmos e batidas que constroem o futuro do passado. No mesmo caminho o regresso dos De La Soul a Lisboa também ficou marcado, especialmente, por recordações de temas que mudaram a história do hip hop e que ainda hoje contagiam multidões: «Me Myself and I» acima de todos.”(...) // in DISCO DIGITAL


(...)“Começaram atrás de um pano branco parcialmente transparente, os 5 membros no seu mundo. Depois do pano cair continuavam no seu mundo, um mundo composto por sons antigos e novos, nacionais e internacionais, de scratching e soul e hip hop e trip hop e plunderphonics. O hip hop instrumental tomou posse do palco Super Bock com os Orelha Negra a apresentarem-se com energia e concentrados. O público aderiu. A bateria definia o ritmo, o sintetizador a melodia e os dois djs o estilo, e só dava para dançar, mexer ou pelo menos oscilar. Ouviu se The Notorious B.I.G., Drake e Regula, e todos receberam aplausos quando reconhecidos, com batidas mais doces. E para ouvir isto o público na plateia foi comparável (só pouco menos) que o do segundo dia deste festival nos cabeças de cartaz. Ainda vêm lendas do jazz rap e um dos maiores rappers da actualidade. Vai encher.”(...) // in JORNAL HARDMÚSICA


(...) "O palco principal do festival abriu com o coletivo português Orelha Negra, que apresentou ao público as duas novas canções, "A sombra" e "Parte de Mim", que antecipam o terceiro disco de originais. "M.I.R.I.A.M" ou "Throwback" não foram esquecidas, entre samples de "Hotline bling", de Drake, ou "Todos gordos" e "Dedicatória", dos Mind a Gap."(...) // in JORNAL DE NOTÍCIAS // [FOTOS]


(...) “Os Orelha Negra abrem o Palco Super Bock no último dia de apenas hip hop no palco principal mas sem deixar cair a cortina. Veem-se as silhuetas de Samuel Mira, Fred Ferreira, Dj Cruzfader, Francisco Rebelo e João Gomes com um inteligente jogo de luzes. Parece quase uma introdução, aguardando que a sala se vá compondo visto que são os primeiros a subir ao palco da MEO Arena. Contam-se 10 minutos depois, tempo suficiente para deixar a plateia em pé composta, Orelha Negra cumprimentam o público com o sample “Meu people, Lisboa! Quero ouvir barulho!” e baixam, por fim, a cortina. Seguem-se todos os grandes sucessos da banda portuguesa, desde “Throwback” até ao instrumental de “Solteiro”. “Isto é o passado no futuro. ON 2016″, garante o sample seguinte. É essa a missão de Orelha Negra. Pegar nas marcas que o passado deixou e transformá-las que nos atiram a todos para o amanhã. Perto do fim escuta-se o novo single, “Parte de Mim”. Não se esperava outra coisa. É “ON 2016″!”(...) // in MYWAY


(...) “Mas os caminhos davam todos para a MEO Arena, onde o primeiro concerto da noite dos portugueses Orelha Negra já atraía um público bastante considerável (em número próximo de alguns headliners dos dias anteriores). Ainda por trás de uma cortina onde apenas se vislumbravam as silhuetas em linha de Cruzfader, Sam the Kid, Fred Ferreira, Francisco Rebelo e João Gomes, os primeiros acordes são de alguns temas mais recentes. A partir daí, e já com direito a bolas de espelhos, testemunhamos a essência dos Orelha Negra em aproveitar, e reconstruir através do sampling, as raízes do hip hop do passado e do presente. De Onyx, Wu-Tang Clan e Drake a Mind Da Gap ou Valete, todos os grooves soam a novos! Quase para o final ficava guardado o novo single "Parte de Mim", ainda sem Boss AC ou Ace que participam no videoclip.”(...) // in NOITE E MÚSICA MAGAZINE


(...) Quem já ouviu os trabalhos anteriores dos Orelha Negra sabe bem o que eles fazem: um hip hop de fusão futurista, feito à base de samples, beats, mesas de mistura mas também guitarras, baixo e teclas. Misturar tudo isto (música tocada e música “manipulada” através das máquinas) e criar um produto coerente, orgânico, inovador mas que agrada ao ouvido, é tudo menos fácil.(...) // in OBSERVADOR


(...) “Os portugueses Orelha Negra e os americanos De La Soul não se podem queixar, tendo actuado também no Meo Arena para uma plateia mais do que saciada. Os primeiros tocaram alguns temas novos, a integrar o terceiro álbum que será lançado este ano, e expuseram faixas menos recentes, todas elas marcadas por inúmeras alusões (à história da soul, do funk ou do hip-hop americano, ao quotidiano e à música feita em Portugal, nomeadamente aos Mind Da Gap), recriadas numa sonoridade que tem tanto de balanceamento físico como de nervo e eficácia. Em palco, dispostos lado a lado, sem hierarquias, são quase sempre uma máquina de ritmo exemplar. E mais uma vez foi isso que aconteceu.”(...) // in PÚBLICO


(...)Os Orelha Negra viram o disco e a música subitamente parece outra: as originais já conhecidas do novo álbum começam a soar nas colunas do antigo Pavilhão Atlântico. “A Sombra” e “22:14” são tudo aquilo que um verdadeiro amante de música pode apreciar: música sem catálogo possível, encaixando-se tão bem no hip hop como no rock. A plateia estava conquistada e as novas músicas serviram para, mais uma vez, atestarmos que groove, ritmo e sensibilidade musical estão entranhados no ADN da banda.(...) // in RIMAS E BATIDAS


(...) À mesma hora, mas na Meo Arena, os Orelha Negra davam ao público temas novos, de um álbum ainda sem data de edição prevista, e outros mais antigos, como "M.I.R.I.A.M." e "Throw Back". A banda misturou ainda temas dos Mind Da Gap, "Todos Gordos" e "Dedicatória", uma ode ao hip-hop. (...) // in SAPO 24 (VIA AGÊNCIA LUSA)


RTP [VIDEO] e [FOTOS]

MUSICFEST.PT [FOTOS]

MYSOUND MAGAZINE [FOTOS]

TRACKER MAGAZINE [FOTOS]

Os Orelha Negra estão na estrada e estas são as datas que já podemos divulgar:

22 Julho – Madeira – Funchal - NOS Summer Openning
30 Julho – Mêda – Festival Mêda +
02 Agosto – Cantanhede - ExpoFacic - 22:30 - Entrada Paga
11 Agosto – Caparica – Sol da Caparica
17 Agosto - Paredes de Coura – Festival Paredes de Coura

mais datas a anunciar em breve.
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