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NEWSLETTER #16 2021
16 ABRIL 

fotografia: Ana Viotti
MURAIS
MURAIS é a nova identidade artística de Hélio Morais, músico dos Linda Martini e PAUS, que se estreia hoje a solo com, precisamente, "MURAIS", 10 canções simples, sem grandes pretensões, em formato digital, CD e vinil. O disco é editado, simultaneamente, em Portugal e Espanha e, também, no Brasil.

Produzido por Benke Ferraz, guitarrista e produtor dos Boogarins, "MURAIS" inclui os singles "Não sou Pablo, nada muda", "Catatua", "Até de Manhã" e o mais recente "Marialva" com a participação de Giovani Cidreira. A interpretação visual destas narrativas ficou a cargo de Ana Viotti.

"MURAIS" vai ser apresentado ao vivo, em Junho, em Lisboa no dia 1, no Teatro Maria Matos, em São João da Madeira no dia 4, na Casa da Criatividade; no Porto no dia 5, no Hard Club, e em Coimbra no dia 6, no Salão Brazil. MURAIS apresenta-se, em palco, nas teclas e na voz, e é acompanhado por Miguel Ferrador, nos sintetizadores e sampling, e por João Vairinhos, na bateria.




1 DE JUNHO

LISBOA - TEATRO MARIA MATOS
CONCERTO DE ESTREIA
20 HORAS


PREÇO: €12,00

BILHETES À VENDA NA TICKETLINE
E LOCAIS HABITUAIS




4 DE JUNHO

SÃO JOÃO DA MADEIRA - CASA DA CRIATIVIDADE

BILHETES À VENDA EM BREVE




5 DE JUNHO

PORTO - HARD CLUB - SALA 1
21 HORAS


PREÇO: €10,00

BILHETES À VENDA NA TICKETLINE
E LOCAIS HABITUAIS




6 DE JUNHO

COIMBRA - SALÃO BRAZIL
19 HORAS


PREÇO: €10,00

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[ MARIALVA com Giovani Cidreira ]
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Hélio Morais, é justo referi-lo, é um dos grandes agitadores da modernidade pop nacional: encontramo-lo sentado à bateria nos Linda Martini e nos PAUS, de agenda nas mãos a gerir o estúdio HAUS, como agente de artistas a projectar talentos em palcos de todo o país, como produtor a potenciar outros talentos. Hélio Morais é incansável porque acredita no que faz. E agora avança pelo futuro adentro com novas ideias e uma nova identidade artística: MURAIS.

Na arte, murais são obras de grande fôlego, panorâmicas, impressionantes pela escala, pelo vigor, pela força das mensagens que transmitem. Tudo isso se aplica a MURAIS, o disco pop em que este baterista que também canta assume a voz para pintar amplos retratos poéticos das suas próprias ideias.

“Desde que um piano, usado na tour europeia do Sufjan Stevens em 2010, foi parar à sala de ensaios de Linda Martini, que me tenho andado a divertir com esta ideia de fazer canções simples, sem grandes pretensões. Abordei o instrumento da mesma forma que o fiz com a bateria, através da qual o público conhece o meu trabalho; de um modo naïve/punk. O importante, para mim, era encontrar estruturas que me permitissem dizer as coisas que queria cantar.”

Dos cruzamentos e acidentes que a estrada proporciona aos artistas que fazem digressões, nasceu a ponte atlântica erguida em MURAIS. O álbum foi produzido por Benke Ferraz, dos Boogarins, numa simbiótica relação de trabalho à distância que resulta num disco pop em estado puro. “Às vezes é mais fácil partilhar intimidade com estranhos”, justifica Hélio Morais. “E estas canções sempre foram muito íntimas para mim, no sentido em que me vejo colocado num sítio desconfortável, mas onde quero estar. Foi assim que, quando estive com os PAUS no Brasil, decidi mostrar as canções ao Benke, que não sendo um estranho, tinha o distanciamento que achava necessário para ouvir o que tinha gravado. E foi assim que esta aventura começou a tornar-se real.”

O resto, poderia dizer-se é história. Ou histórias. De um artista que já conta, entre os diferentes projectos com que fez o seu percurso, com uma dúzia de álbuns na sua bagagem pessoal. E que ainda assim não teme escapar do conforto de horizontes já conhecidos para experimentar novas vistas, expondo o lado mais secreto de si em canções que se agarram aos ouvidos e às nossas gargantas como as imagens dos grandes murais se agarram aos olhos, sem pedir licença, com a força das cores e das formas a encher-nos por dentro.

MURAIS oferece-nos pop sem vergonha de ser pop, porque não há lugar para vergonhas quando se é honesto e até se sonha mudar o mundo. Um bocadinho, pelo menos.

Rui Miguel Abreu



01.Benvindx
02.Manobra de Heimlich
03.Dentes afiados
04.Marialva
05.Até de manhã
06.Acordadx
07.Oi velho
08.O Outono
09.Catatua
10.Não sou Pablo, nada muda



DISPONÍVEL NAS PLATAFORMAS DIGITAIS
E EM VÁRIOS FORMATOS FÍSICOS
VÍDEOS OFICIAIS


[ ATÉ DE AMANHÃ ]
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[ CATATUA ]
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[ PABLO ]
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